Finanças Comportamentais

Rendimentos mensais possíveis, improváveis e impossíveis: REPOSTING

Este post foi primeiramente publicado em 2010 e está mais atual que nunca com BBOM e Telexfree

Devemos pensar em rendimentos mensais ou anuais – no mercado de ações – realmente possíveis e com um horizonte de tempo adequado para fazer planejamento patrimonial. Um patrimônio familiar leva décadas para ser formado e este deve ser nossa referência temporal. Um tempo adequado para se formar patrimônio poderia ser de 35 anos, tomando por base um indivíduo que começa a poupar aos 30 (antes disso é difícil poupar devido aos investimentos em seus estudos) e vai até aos 65 anos (quando este indivíduo, saudável, deveria voltar a se dedicar a si mesmo).

Rendimentos mensais de 0,8% líquido ao mês: Muito difícil, mas muito possível desde que você tenha um bom controle de risco e de caixa. Depende somente de sua postura como investidor (ter uma estratégia e segui-la).

Rendimentos mensais de 1% líquido ao mês: Muito difícil, mas possível desde que se estude bastante e tenha um comportamento impecável diante do mercado – ou seja, controle emocional. Se você conseguir este rendimento e comportamento, considere-se um verdadeiro investidor de sucesso.

Rendimentos mensais de 1,5% líquido ao mês: Improvável e duvido que alguém consiga. Se você conseguir, pode dizer pra todo mundo que você é um dos melhores investidores do mundo.

Rendimentos mensais de 2% líquido ao mês: Impossível. Não acredito que alguém o consiga, mesmo os melhores investidores do mundo, nas próximas décadas. O melhor das últimas décadas, Peter Lynch, conseguiu.

Minha percepção é a de que: se alguém buscar retornos mensais líquidos superiores a 1,2% a.m, ela deve buscar o caminho do empreendedorismo e abrir a própria empresa. Neste caminho, retornos desta magnitude são possíveis. Mas faça-o dentro da lei.

Observações finais: Acredito que alguém possa ter um retorno de 200% num ano no mercado? Claro! Ao longo de 30 anos ele vai manter este desempenho? Faça-me rir!

A principal observação é: Para alguém que tem um patrimônio pequeno, de até 50 mil reais, é possível obter retornos maiores que 5% a.m? Sim, muito possível. Mas quando o patrimônio vai para um patamar um pouco maior, digamos 500 mil, isto é impossível. E, se o patrimônio alcança um tamanho mais consistente de 5 milhões, o cara não deve buscar mais tanto a sua multiplicação. Deve ter um ASSET ALLOCATION adequado, parte do patrimônio deve ter um objetivo de preservação de capital e uma pequena parte deve continuar com o objetivo de multiplicação.

Um indivíduo com 30 anos com patrimônio menor que 100 mil reais e que tem objetivo de preservação de capital é um indivíduo que precisa de ajuda. Um indivíduo com 60 anos e com patrimônio de 12 milhões que coloca tudo em ativos de risco também precisa ajuda né? (os dois estão equivocados em seus objetivos)

Segue uma planilha com algumas previsões (papel aceita tudo): Para terem uma ideia do absurdo de querer retornos mensais de 4%, investir 2 mil reais mensais nesta taxa, ao longo de 35 anos, daria R$712.807.859.048,46 (mais de 700 BILHÕES DE REAIS).

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Imóveis

Salman Khan compara Alugar x Comprar imóvel – Vídeos 2 e 3

Seguem os links para os dois outros videos do Khan Academy. Sugiro que assistam e estudem sobre todos os assuntos! A maioria das aulas de Biologia, Física, Química e Matemática foram traduzidas para português pelo Lehmann Institute, do bilionário Jorge Paulo Lehmann. Vale a pena ver o video e depois ensinar pros filhos!


Renting vs. buying a home (part 2): Factoring in appreciation and depreciation into the rent vs. buy decision.


Renting vs. Buying (detailed analysis): Detailed analysis of the rent vs. buy decision.

Imóveis

Melhor professor do mundo compara Aluguel x Aquisição de Imóvel

O excelente professor Salman Khan, da Khan Academy, compara nesta video aula o aluguel de imóvel com a aquisição de imóvel. Cabe ressaltar que, nos EUA, os juros pagos no financiamento podem ser abatidos do Imposto de Renda, aqui no Brasil não podem. Ou seja, se lá não vale a pena, quanto mais aqui né….

Vejam o primeiro vídeo, depois posto os outros dois:


Renting vs. Buying a home: The math of renting vs. buying a home. Challenging the notion that it is always better to buy.

 

Estratégias de Investimento

Tem alguma ação ou setor que valha a pena comprar pro longo prazo?

Petrobras eu não compro e nem vendo.
Se eu tivesse dinheiro, compraria outra ação. Mas o fato é que não tenho visto nada de atrativo demais hoje.
Acho que elétricas devem demorar algum tempo a reagir (mas pode ser que caia ainda mais antes… na prática, eu compraria aos poucos)
Acho que os Bancos estão caros
Não considero empresas de consumo atrativas (Natura, Ambev, Americanas, etc)
Comodities estão sob júdice (VALE, Gerdau, Usiminas, celulose, etc)
Telefonia e Concessões devem ser os próximos alvos do PT para o Governo enfiar os pés pelas mãos (como fez nos Bancos, Petroleo e Energia).
Sobrou pouco e o pouco que sobrou eu não acompanho e careço de análise de quem acompanha… alguem tem acompanhado aê?!?!

Finanças Comportamentais

Nick Woodman, o surfista que ficou bilionário com a GoPro – exame.com

São Paulo – A expressão pode parecer piegas, mas não tem como não dizer que Nick Woodman juntou o “útil ao agradável” para fazer fortuna. O empresário de 36 anos é o inventor da GoPro, câmera que virou febre entre esportistas e aventureiros. Por isso, ele está prestes a estrear na lista de bilionários da Forbes, com patrimônio avaliado em bem mais de 1 bilhão de dólares.

Praticante assíduo de esportes radicais, como o surfe, Woodman sempre desejou fazer boas imagens de suas aventuras, mas nunca conseguiu, porque os fotógrafos normalmente não estão preparados para chegar onde os surfistas estão.

Em 2002, depois de uma temporada na Austrália e Indonésia e nenhuma boa foto para contar história, Woodman decidiu por conta própria investir em câmeras que pudessem ser usadas pelos surfistas, acopladas no corpo ou prancha, para a captura de imagens únicas.

Para financiar a ideia, o empresário comprou 600 cintos feitos de concha do mar a 1,90 dólar em Bali, e os revendeu na Califórnia por 60 dólares cada um. Com o valor arrecadado, mais um empréstimo de 35.000 dólares conseguido com a mãe, ele começou a investir em seu novo e promissor negócio.

início

Durante dois anos, Woodman vendeu os equipamentos a amigos adeptos da prática de esportes radicais. A primeira grande encomenda, no entanto, aconteceu só em 2004, quando a GoPro fechou a venda de 100 equipamentos para uma feira de esportes de ação no Japão.

De lá pra cá, a empresa de Woodman só vem crescendo e ganhando espaço, quando o assunto é captura de imagens em ação. Segundo dados do setor, a GoPro detém mais de 30% de participação de mercado no segmento de filmadoras de bolso. Só no ano passado, esse mercado movimentou 4,5 milhões de unidades no mundo.

Grande negócio

Em dezembro de 2012, Woodman vendeu 8,88% de participação da GoPro para a Foxconn, fabricante chinesa de produtos eletrônicos, que monta aparelhos como o iPhone e o iPad para a Apple. O negócio foi fechado por 200 milhões de dólares, o que significa o valor total da GoPro foi calculado em 2,3 bilhões de dólares.

Woodman não revela a participação que detém na GoPro, mas sabe-se que, pelo menos, 51% das ações estão nas suas mãos. Segundo cálculos da Forbes, somente com essa participação, ele já teria fortuna de, no mínimo, 1,15 bilhão de dólares. Montante suficiente para que o surfista esteja entre os homens mais ricos do mundo.

Estratégias de Investimento, Imóveis, Sugestões de Leitura

Os custos que “comem” o lucro de quem compra e vende imóveis – exame.com

Conheça as mais de dez taxas podem encarecer o processo de compra e venda de imóveis e minar o ganho de quem quer lucrar com a valorização

moreno valley house

São Paulo – Com a alta de preços dos últimos anos, os imóveis residenciais diminuíram bastante sua capacidade de gerar bons retornos com aluguéis, ou mesmo com a valorização. Ainda assim, a alta nos preços dos usados em 2012 foi maior que a inflação em quase todas as regiões acompanhadas pelo Índice FipeZap, e o brasileiro continua encarando-os como investimentos sólidos e com proteção do poder de compra.

Em reportagens anteriores, EXAME.com já mostrou que alugar imóveis residenciais pode não ser um bom negócio em 2013, e que a compra de um imóvel usado, ainda que para morar, implica uma série de custos com a burocracia. Nesta reportagem você vai conhecer os custos envolvidos no processo de compra e venda de um imóvel, que podem ultrapassar um quarto do valor do investimento e corroer o lucro do proprietário.

Por se tratar de um procedimento trabalhoso e caro, a venda de um imóvel deve ser bastante ponderada. Para quem especula, isto é, compra e revende para ganhar com a valorização, os custos do processo podem ser proibitivos caso não seja possível repassá-los. Além dos custos obrigatórios na hora da compra – ITBI, registro e escritura – há outras despesas obrigatórias na hora da venda e taxas adicionais que podem ser cobradas se o imóvel tiver sido comprado na planta.

Tudo isso “come” uma boa parcela do eventual lucro, o que deve ser previsto na hora de anunciar o preço de venda. Contudo, se o imóvel ficar muito caro, será difícil encontrar um comprador. Veja a seguir as mais de dez taxas que podem encarecer o processo de compra e venda de um imóvel. Aqui há também simulações de custos em duas situações: para o imóvel comprado na planta e vendido na entrega das chaves e para a compra de um imóvel usado com revenda futura.

Taxas para compra de imóveis novos: pagas por quem compra o imóvel ainda na planta ou já pronto diretamente da incorporadora

Embora não sejam obrigatórias, às vezes essas taxas podem ser incluídas por meio de cláusulas contratuais, o que requer atenção especial do comprador do imóvel. Primeiro porque esses custos nem sempre são incluídos no valor que vem na escritura. Neste caso, o valor do imóvel declarado à Receita será menor do que o que foi efetivamente pago, o que aumentará o imposto de renda sobre o ganho de capital na hora de vender o bem. Isso ocorre porque, com exceção da corretagem, essas taxas não podem ser deduzidas da base de cálculo do IR sobre o ganho de capital quando cobradas à parte.

Em segundo lugar porque, de acordo com Carlos Eduardo Fujita, sócio do escritório Turci Advogados, todas essas taxas são questionáveis na Justiça. O comprador, porém, deve ponderar se os custos e a demora de um eventual processo valem a pena ou se é melhor pagá-las de uma vez e tentar repassar a despesa na hora de vender o imóvel.

1) Taxa de cessão de contrato, também conhecida como “taxa de repasse”, “taxa de transferência”, “taxa de renúncia do exercício de preferência”, entre outros nomes:

Custo: variável, até 3,5% do valor do imóvel.
Quem cobra: a incorporadora.
Quando é cobrada: quando o primeiro comprador do imóvel o revende antes de quitar o saldo devido à incorporadora, isto é, repassa o contrato e o saldo devedor a um terceiro.
Por que é cobrada: em tese, a incorporadora tem direito de preferência de recompra do imóvel que vendeu. Para abrir mão dele, ela cobra essa taxa, já prevista no contrato de compra e venda, mas paga efetivamente apenas na hora em que o imóvel é revendido. Até a entrega das chaves, o comprador ainda não é efetivamente dono do imóvel, pois tem um saldo devedor junto à incorporadora. Se a revenda é realizada ainda nesse estágio em que o financiamento ainda não foi transferido para um banco, na prática o saldo devedor é transferido para um segundo comprador.

2) Taxa “SATI” (Serviço de Assessoria Técnico-Imobiliária):

Custo: de 0,5% a 1,0% do valor do imóvel.
Quem cobra: a incorporadora.
Quando é cobrada: na hora do fechamento do contrato de compra e venda.
Por que é cobrada: a incorporadora cobra essa taxa a título de remuneração pela prestação de serviços de assistência técnica e jurídica ao comprador durante a negociação do contrato. Acontece que essa cobrança às vezes ocorre sem que qualquer serviço tenha sido prestado ao comprador. Esses serviços em geral são prestados à incorporadora pela corretora. Segundo Carlos Eduardo Fujita, essa taxa é altamente questionável, uma vez que se trata do repasse de um custo que faz parte do negócio da incorporadora, além de poder ser considerada venda casada. “Não há como comprar um imóvel sem que esses serviços tenham sido prestados à incorporadora”, diz Fujita.

3) Corretagem:

Custo: varia de estado para estado, de acordo com a orientação de cada Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). O CRECI-SP determina que o preço varie de 6% a 8% do valor do imóvel.
Quem cobra: A corretora.
Quando é cobrada: na hora do fechamento do contrato de compra e venda.
Por que é cobrada: para remunerar os corretores que venderam o imóvel. Essa taxa é cobrada pela corretora por um serviço prestado para a incorporadora, que repassa o custo ao comprador. De acordo com Carlos Fujita, essa taxa pode ser questionada quando o preço anunciado não a inclui. Ele lembra que quando a pessoa física vende um imóvel usado, já costuma incluir o custo da corretagem no preço final anunciado, o que seria o procedimento mais adequado.

4) Taxa de interveniência:

Custo: até 2% do valor do imóvel.
Quem cobra: a incorporadora.
Quando é cobrada: na hora da entrega das chaves.
Por que é cobrada: essa taxa só é cobrada caso o comprador deseje financiar o restante do saldo devedor, após a entrega das chaves, em um banco diferente daquele indicado pela incorporadora. Isso ocorre porque as incorporadoras têm uma espécie de parceria informal com determinado banco, geralmente porque este financia parte da obra.

5) Taxa de obra:

Custo: em torno de 2% do valor do imóvel, no total.
Quem cobra: a incorporadora.
Quando é cobrada: diluída nas parcelas pagas à incorporadora. Não cobrada quando o saldo devedor é quitado de uma só vez.
Por que é cobrada: a taxa funciona como uma correção adicional das parcelas do saldo devedor.

Despesas relacionadas à compra de qualquer imóvel, novo ou usado (leia mais sobre elas):

1) Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI):

Custo: até 3% do valor do imóvel, variando de município para município. Na cidade de São Paulo, a alíquota é de 2%. Pode haver descontos para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH).
Quem cobra: a Prefeitura.
Quando é cobrada: as Prefeituras estipulam prazos a partir da data do contrato de compra e venda, e o imposto pode ser pago à vista, podendo, em algumas cidades, ser parcelado. Em São Paulo o prazo é de dez dias.

2) Escritura pública

Custo: varia de estado para estado e pode ou não ser proporcional ao valor do imóvel. As tabelas de custos cartoriais de cada estado estão disponíveis no site do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil (IRIB). De posse da tabela, basta procurar o valor da escritura pública de valor declarado e relacionar o valor do imóvel com o da escritura.
Quem cobra: O cartório, mas apenas de quem não financiou o imóvel. O contrato de financiamento com o banco já tem força de escritura pública.
Quando é cobrada: os prazos também variam de estado para estado.

3) Registro do imóvel

Custo: varia de estado para estado e toma como base o valor de venda do imóvel. As tabelas de custos cartoriais em cada estado estão disponíveis no site do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil (IRIB).
Quem cobra: O cartório.
Quando é cobrada: após o pagamento do ITBI e da escritura.

4) Custo do financiamento: quem financia o imóvel deve se preocupar em poupar o valor referente à entrada, uma vez que, na imensa maioria dos casos, não é possível financiar 100% do valor do imóvel. Também é preciso verificar o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, não apenas as taxas de juros. O CET inclui outras taxas, como seguros e serviços, que por vezes podem ser negociadas e até cortadas.

Despesas relacionadas à venda de qualquer imóvel, novo ou usado:

1) Imposto de renda sobre o ganho de capital (lucro imobiliário):

Custo: 15% sobre o ganho de capital, podendo-se abater o custo do ITBI, dos juros do financiamento e das corretagens. Em geral, as corretagens vêm incluídas no preço do imóvel, e neste caso não permitem dedução. O abatimento pode ser feito caso elas tenham sido pagas à parte, na compra, na venda ou em ambos os casos.
Quem cobra: a Receita Federal.
Quando é cobrada: em qualquer venda de imóvel, desde que não se enquadre dentro das regras de isenção. Neste caso, há duas situações de isenção: quando o vendedor estiver vendendo seu único imóvel e o valor da venda for inferior a 440.000 reais; ou quando o dinheiro resultante da venda for usado integralmente na compra de outros imóveis residenciais no Brasil em um prazo de até 180 dias a contar da data da venda. Se apenas parte do valor for usada na aquisição de outro imóvel, será preciso pagar imposto sobre o ganho de capital proporcional restante. Só tem direito às isenções quem não tenha vendido imóvel residencial nos últimos cinco anos.

2) Corretagem:

Custo: o percentual é negociável, mas cada CRECI orienta o percentual a ser cobrado pelos corretores do seu estado. Em São Paulo, a praxe é de 6% a 8% do valor da venda.
Quem cobra: O corretor.
Quando é cobrada: na hora do fechamento do contrato de compra e venda.

3) Despesas na obtenção de documentos:

Custo: cerca de 400 reais. Pode custar mais que isso caso o vendedor seja parte em ações judiciais.
Quem cobra: cartório e despachante.
Quando é cobrada: antes de fechar o contrato, o vendedor precisa obter as certidões negativas de protesto, certidões de distribuidor dos tribunais locais, entre outros documentos. Algumas certidões são disponibilizadas gratuitamente pela internet.

Estratégias de Investimento, Imóveis, Renda Fixa

FUNDOS IMOBILIÁRIOS NEGOCIADOS NA BOVESPA

Como tem chovido perguntas sobre Fundos Imobiliários, seguem mais algumas informações:

Fundo de Investimento Imobiliário

 

O que é: são fundos que investem em empreendimentos imobiliários (exemplos: edifícios comerciais, shopping centers, hospitais etc.). O retorno do capital investido se dá por meio da distribuição de resultados do Fundo (o aluguel pago por um shopping center, por exemplo) ou pela venda das suas cotas do Fundo.
Quem pode investir: qualquer pessoa.
Valor mínimo: depende do Fundo Imobiliário que você escolher.
Tempo médio para resgate do dinheiro: por serem constituídos sob a forma de condomínio fechado, o resgate das cotas ocorre mediante a sua negociação no mercado secundário, ou seja, você vende a cota do fundo à semelhança da venda de uma ação.
Rentabilidade média: varia de um fundo para outro. Há isenção de imposto de renda sobre os rendimentos distribuídos para os cotistas que sejam pessoas físicas.
Como investir: para investir em fundos de investimento imobiliário você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

FUNDOS NEGOCIADOS NA BOVESPA

Na BOVESPA há dois ambientes de negociação de cotas de Fundos Imobiliários: BOVESPA e SOMA. O primeiro é o ambiente tradicional onde são negociadas as ações das empresas, como Petrobrás, BB, etc. Já o SOMA é o chamado “mercado de balcão organizado”, onde as instituições financeiras intermediárias não precisam ser obrigatoriamente Corretora de Valores. Os fundos negociados neste ambiente tem a letra “B” no final de seu código de negociação em Bolsa. Em ambos mercados o modo de negociar é exatamente igual ao das ações, dentro dos mesmos horários de pregão.

  Nome do Fundo Ticker Code
FII INDUSTRIAL DO BRASIL FIIB11
FII BTG PACTUAL CORPORATE OFFICE FUND BRCR11
FII GRAND PLAZA SHOPPING ABCP11
TORRE ALMIRANTE ALMI11B
BB PROGRESSIVO BBFI11B
EDIFÍCIO OURINVEST EDFO11B
EUROPAR EURO11
ALMIRANTE BARROSO FAMB11B
RIO BRAVO RENDA CORPORATIVA FFCI11
CONTINENTAL SQUARE FARIA LIMA FLMA11
MEMORIAL OFFICE FMOF11
AGUA BRANCA FPAB11
HOSPITAL DA CRIANÇA HCRI11B
CSHG BRASIL SHOPPING HGBS11
MAXINVEST HTMX11B
HOSP. NOSSA SENHORA DE LOURDES NSLU11B
PANAMBY PABY11
SHOPPING HIGIENÓPOLIS SHPH11
TORRE NORTE TRNT11B
WEST PLAZA WPLZ11B
SHOPPING D. PEDRO PQDP11
FLORIPA SHOPPING FLRP11B
ANHANGUERA EDUCACIONAL FAED11B
CSHG REAL ESTATE HGRE11
RB CAPITAL RENDA I FIIP11B
PRESIDENTE VARGAS PRSV11
CAIXA CEDAE CXCE11B
MAX RETAIL MAXR11B
CAMPUS FARIA LIMA FCFL11B
TRX REALTY LOGÍSTICA RENDA I TRXL11
CSHG JHSF PRIME OFFICES HGJH11
MAIS SHOPPING LARGO 13 MSHP11
KINEA RENDA IMOBILIÁRIA KNRI11
RB CAPITAL RENDA II RBRD11
BB VOTORANTIM CIDADE JD. CONT. TOWER BBVJ11
RB CAPITAL PRIME REALTY I RBPR11
BB RENDA CORPORATIVA BBRC11
BC FUNDO DE FII BCFF11B
BM BRASCAN LAJES CORPORATIVAS BMLC11B
RB CAPITAL GENERAL SHOPPING SULACAP RBGS11
THE ONE ONEF11
BM CYRELA THERA CORPORATE THRA11B
CAIXA TRX LOGÍSTICA RENDA CXTL11
BM CENESP CNES11B
CSHG LOGÍSTICA HGLG11
GWI CONDOMÍNIOS LOGÍSTICOS GWIC11
JS REAL ESTATE MULTIGESTÃO JSRE11
MERCANTIL DO BRASIL MBRF11